Coisas da minha cabeça
- Rui Nascimento
- 30 de jan.
- 2 min de leitura
Estava aqui pensando sobre a morte da bezerra, quando de repente me achei no séc. 19!
Fiz uma pequena viagem de apenas 200 anos, uma pequena viagem há já ali, ao tempo do seu trisavô!
Percebi então, que as coisas que eles tinham criado e inventado, eram praticamente as mesmas de quatro mil anos atrás e depois entendi, que em apenas 200 anos, a geração dos inteligentes (evoluíram?), Descobriu tudo!

Foi em apenas dois séc. que quase tudo apareceu; parece até que esse tal de evoluir acontece com varinha mágica!
Em 1800, era tudo como em 1200, como em 1000 AC, mas, num abrir e fechar de olhos, chegou a descoberta de quase tudo o que temos e vivemos hoje. Em apenas 200 anos, o ser humano revirou a terra de "patas" para o ar. Ela, a terra, esteve sempre muito tranquila, porque nada ou quase nada acontecia dentro dela, mas do dia para a noite tudo mudou.
Lá, no tempo do meu trisavô, não havia barulho nenhum, as águas eram cristalinas, o ar que se respirava era puro até não poder mais, tudo era muito devagar, quase parado!
Fiquei por lá uns dias e não queria mais voltar para a correria ao ouro, ao petróleo, ao ferro, ao carro, avião, moto, trem, elevador, foguete, bomba, tiros explosões, bomba atômica, televisão, telefone, microondas, geladeira, celular, internet, hospitais, farmácias, droga, futebol, tênis, basquete, bancos, contas de água, luz, escola, faculdade, restaurantes, Disney, cinema, f1, ralis, cirurgias, planos de saúde (doença), moda, música louca, menos louca, pouco louca, emprego, profissão. Tudo isso criado nos últimos 200 anos; correria, mais correria e mais correria, para terminar da mesma maneira do meu trisavô; a saber, dentro de um buraco!
Toda a distração criada neste tempo, serve para não termos tempo de pensar em nada, porque estamos demasiado ocupados e até parece que não vamos morrer.
Com toda essa tralha desenvolvida nos últimos 200 anos, o adversário só tem um único objetivo; matar o máximo possível e levar com ele tantos quanto ele possa. Ele sabia que no final dos tempos o evangelho seria pregado com muita intensidade, então ele resolveu jogar a sua grande cartada; dar ao homem a sensação de que ele é muito inteligente, ao ponto de acreditar que nada o possa matar, nem mesmo Deus!
Se esse é o seu caso, eu aconselho que acorde para a vida e procure se informar melhor.
Tenho um amigo que sabe tudo sobre isso e ele pode ser de grande ajuda para você, caso você tenha interesse em desvendar esse mistério. O nome dele é Jesus e não precisa de nada de especial, apenas lhe pergunte de maneira desinteressada se isso é real ou ficção minha!








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